Preparado para ‘fritar o peixe’
Triunfo de 2011 na Vila serve de inspiração para a equipe, que confia na vitória contra o Santos

O volante Luiz Antônio é um dos que estava presente na vitória de virada, diante do Peixe, em 2011
Foto: Site do FlamengoHoje à noite, na Vila Belmiro, o Rubro-Negro tem pela frente uma difícil missão. O time encara o 4º colocado da tabela, o Santos, às 22h. O confronto é justamente no local onde protagonizou uma das maiores viradas da história recente do futebol nacional, em 2011. Na ocasião, o Fla perdia por 3 a 0 no primeiro tempo, e na segunda etapa virou o jogo para 5 a 4.
“Lembro, claro. Jogo histórico. Perdendo de 3 a 0, ganhamos lá dentro, com gol do Ronaldinho Gaúcho. Pude estar lá para contribuir. Aquele time tinha vários jogadores importantes, e eu mais novo pude estar lá. Vai ficar marcado para sempre”, recordou Luiz Antônio, um dos remanescentes do ‘duelo’.
Na ocasião, por exemplo, o lateral Pará estava do lado alvinegro. Para o confronto desta vez, a expectativa é de trazer novamente três pontos na bagagem, embora os rubro-negros saibam que terão de se superar novamente.
“É um jogo difícil, ainda mais dentro da Vila. O time deles está bem entrosado. Mas, se jogarmos da forma que jogamos contra o Goiás, vamos pressioná-los e temos capacidade de achar um golzinho”, disse o volante.
A delegação Rubro-Negra embarcou para Santos, ontem à tarde e o atacante Paolo Guerrero se juntou ao grupo em São Paulo. Para esta partida, o técnico Oswaldo de Oliveira ainda não confirmou se irá escalar o peruano.
Após ser poupado no amistoso de domingo, o atacante Emerson Sheik treinou normalmente e está confirmado na equipe, assim como o lateral-esquerdo Jorge.
Sendo assim, o time titular será: Paulo Victor; Pará, César Martins, Wallace e Jorge; Jonas, Márcio Araújo e Alan Patrick; Gabriel, Emerson Sheik e Guerrero (Kayke).
Barca - Pensando na próxima temporada, a diretoria do Rubro-Negro começou a avaliar a situação de alguns jogadores que não estão nos planos do clube cujos contratos vencem no fim do ano. É o caso Armero, Almir, Ayrton e Marcelo.
Já em relação aos jogadores Alan Patrick, Sheik, Márcio Araújo e Pará, a diretoria tenta um acordo para que o quarteto permaneça na Gávea.