Levantador da seleção brasileira fala sobre quarentena na Itália: 'A noite só escuto sirene de ambulância'

Bruninho defendia o Lube Civitanova, time italiano da província de Macerata

Enviado Direto da Redação
O atleta contou que primera semana de quarentena foi a mais difícil.

O atleta contou que primera semana de quarentena foi a mais difícil.

Foto: Divulgação



Bruno Mossa de Rezende, mas conhecido como Bruninho, que atua como levantador da seleção brasileira, falou, nesta quinta-feira (9), ao 'Globo Esporte', como vem sendo a quarentena no país mais afetado pelo coronavirus.



Segundo o atleta, a noite nas ruas só se ouvem barulhos de sirene de ambulância. Bruno afirma que ainda não se sabe quando a quarentena terá fim, mas estima-se que ainda irá durar mais 10 ou 15 dias.



O jogador conta que no primeiro momento foi difícil de acreditar no que estava acontecendo, principalmente em Civitanova, onde mora atualmente. Somente após um pronunciamento do primeiro ministro, que tudo foi levado a série, explicou Bruninho.



De acordo com o atleta, os primeiros dias de quarentena foram os mais custosos, mas depois de estabelecer um rotina e começar a fazer coisas que eram raras em seu dia a dia, lidar com o isolamento ficou mais fácil. A Itália segue sendo o país com o maior número de mortos pelo Covid-19, cotabilizando 18.279 óbitos.

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