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Falcão e Lazaroni opinam sobre prováveis adversários do Brasil na Copa 2018

Sorteio da fase de grupos acontece hoje

relogio min de leitura | Redação 01 de dezembro de 2017 - 10:04
>> Sebastião Lazaroni, foi treinador da seleção brasileira na Copa de 1990.
>> Sebastião Lazaroni, foi treinador da seleção brasileira na Copa de 1990. -

Por Rennan Rebello

A partir das 12h de hoje, acontecerá o sorteio que definirá a fase de grupos para a Copa do Mundo na Rússia no ano que vem. A cerimônia será realizada em Moscou, e o Brasil finalmente conhecerá os adversários que enfrentará na primeira fase do torneio mais importante entre seleções.

O SÃO GONÇALO fez simulações de prováveis adversários do time brasileiro e pediu a opinião de dois especialistas no assunto: o técnico Sebastião Lazaroni, comandante canarinho na Copa de 1990, na Itália e do ex-jogador Paulo Roberto Falcão, que como atleta, já defendeu a amarelinha no Mundial na Espanha, em 82 e também já treinou o selecionado brasileiro.

Como regra geral, a Fifa estabeleceu que as seleções oriundas do mesmo continente não poderão se enfrentar, com exceção da Europa, que tem mais representantes na competição com 14 países entre os 32 participantes. Dessa forma, dos oito grupos do torneio, cada um terá pelo menos um europeu e alguns grupos podendo ter no máximo dois.

Dessa forma, os comandados de Tite podem cair em um ‘grupo da morte’ ou em um ‘grupo dos sonhos’ com oponentes mais fáceis. Na primeira opção, os brasileiros podem ter que enfrentar Espanha, Suécia e Nigéria ou Inglaterra, Dinamarca e Japão. No entanto, pode ter uma vida mais fácil, com Suíça, Islândia e Arábia Saudita.

Lazaroni acredita no planejamento que vem sendo feito por parte da Confederação Brasileira de Futebol como preparação para Copa e embora tenha treinado clubes na Arábia Saudita e Qatar, não tem uma opinião formada se alguma equipe do Oriente Médio possa ser a ‘zebra’ e dar trabalho para as seleções grandes.

“Acho que o Brasil é um dos candidatos ao título e não importa o grupo. Acredito que a CBF já tenha informações suficientes sobre todas as seleções classificadas. Dessa vez, temos o retorno da Arábia Saudita e o Irã vindo em sua segunda Copa consecutiva. No entanto, não vi essas seleções jogarem e não posso projetar o desempenho que elas terão. Resta aguardar”, comentou.

Já para Falcão, o Brasil não pode escolher adversário e mesmo que entre em um grupo considerado fácil, é preciso manter o foco, evitando assim, ‘armadilhas’ que adversários com pouca tradição podem aprontar.

“Se você quer ser campeão, tem que encarar todas as seleções com a mesma consistência, como se fosse a mais forte. Esse que tem que ser o pensamento e a seleção brasileira candidata ao título”, finalizou.

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