A carreata da Águia

Seis ônibus levarão torcedores à final do returno do Carioca Série B1 contra o America em Bacaxá
A Associação Desportiva Itaboraí (ADI) decidirá o título da Taça Corcovado, returno da ‘Segundona’ do Carioca, contra o América, amanhã, às 15h, no Eucy Resende, em Saquarema. Como o jogo será na Região dos Lagos, a ‘Águia’ resolveu levar um reforço de peso para a partida: a torcida.
Os cartolas itaboraienses disponibilizarão seis ônibus para levar os torcedores para a finalíssima. Para garantir vaga na caravana, o torcedor precisa adquirir o ingresso, que está com preço promocional de R$15.
“Nessa reta final, não podíamos deixar nossa torcida que nos acompanhou em todo campeonato, em Itaboraí. Por isso, tomamos a decisão de disponibilizar os ônibus para eles. A concentração será às 11h no posto de gasolina Top Show, no Centro. A saída será às 13h. Para garantir vaga, basta comprar o ingresso que estará à vendendo na concentração no posto”, explicou o presidente do clube, Junior Cardozo.
Cardozo mostra confiança nessa nova chance de chegar à elite do futebol carioca. Mo ano passado, a ADI chegou ao triangular final, mas acabou não conseguindo o acesso.
Na atual temporada, o Azulão precisa de dois resultados positivos. O primeiro passo é conquistar o segundo tuno sobre o América, para então, chegar às semifinais da série B-1 do Estadual. Messe caso, o adversário seria o Audax.
Em caso de outro triunfo, o ‘Ita’ garantiria vaga na final do torneio contra Goytacaz ou Americano.
“Lutamos muito para chegar até aqui. Em 2016, tivemos aquele problema no STJD (O Americano foi acusado de manipular resultados para tirar ADI do triangular final, os campistas foram excluídos e os itaboraienses herdaram a vaga). Como a definição demorou, perdemos nossos principais atletas, que tiveram seus contratos expirados e não conseguimos renovar. Dessa vez, estamos com uma equipe unida e com vontade de subir para representar à cidade na Primeira Divisão”, disse o mandatário.
Para a partida de sábado, contra os alvirrubros de Campos Salles, Junior não crê que a tradição do adversário terá alguma influência no jogo ou no juízo do árbitro.