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A pressão do favoritismo

Fla joga pela Sul-Americana e encara o Palestino, em crise, com 10 desfalques no elenco

relogio min de leitura | Redação 04 de julho de 2017 - 22:15
O gonçalense Vinicius Jr. deve ser um dos titulares do Flamengo no jogo de logo mais a noite
O gonçalense Vinicius Jr. deve ser um dos titulares do Flamengo no jogo de logo mais a noite -

O Flamengo jogará no Chile, contra um velho conhecido, o Palestino, às 21h45, em jogo válido pela Sul-Americana. Este mesmo adversário eliminou os rubro-negros na temporada passada pela mesma competição continental.

Diferentemente do ano passado, a equipe chilena passa por uma grave crise. Dez jogadores deixaram a equipe e além disso, o clube chileno não realiza uma partida desde 21 de maio.

Todos esses pontos tornam o rubro-negro carioca como favorito e com a obrigação da vitória.

O presidente do Palestino, Jorge Uauy S. revelou em entrevista que gostaria de ter pelo o menos os reservas do Fla, em seu time.

“Adoraria ter o banco de reservas do Flamengo, me encantaria. Somente os reservas devem custar três ou quatro vezes o nosso plantel. Seria um sonho começar meu mandato com esse triunfo. Ano passado conseguimos um feito histórico, importantíssimo para a história do clube. Claro que esperamos repetir, mas, sendo muito honesto, o novo desafio não nos pega na melhor hora”, disse Jorge.

O Flamengo que vem bem no Campeonato Brasileiro, atualmente ocupa a terceira posição com 20 pontos, preferiu poupar parte dos titulares para o clássico contra o Vasco no próximo domingo, e para a partida em Santiago, jogará com um time misto.

O técnico Zé Ricardo relacionou os seguintes jogadores: goleiros: Thiago, Muralha e Cesar /zagueiros: Réver, Rafael Vaz e Léo Duarte /laterais: Renê e Rodinei /meias: Cuéllar, Arão, Romulo, Mancuello, Everton, Éverton Ribeiro /atacantes: Vinicius Junior, Vizeu, Paquetá, Berrío, Leandro Damião, Gabriel.

O jovem gonçalense, Vinicius Jr é uma das apostas do comandante flamenguista devido a sua velocidade e por priorizar as jogadas de lado de campo, que é uma das armas que o rubro-negro pretende utilizar, para impor seu ritmo de jogo em solo estrangeiro.

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