Alison dos Santos quebra o recorde sul-americano e está na final dos 400m com barreiras

Brasileiro baixa a marca em três centésimos (47.31), tendo diminuído o ritmo nos metros finais da prova

Escrito por Redação 01/08/2021 10:20, atualizado em 01/08/2021 14:43
Alison dos Santos vai em busca de medalha para o Brasil
Alison dos Santos vai em busca de medalha para o Brasil . Foto: Wander Roberto/COB

Era preciso chegar entre os dois primeiros na bateria para garantir uma vaga na final dos 400m com barreiras, e foi isso que Alison dos Santos fez. Largou bem, puxou o ritmo desde o início e completou a distância em 47.31, vencendo sua série e assegurando um lugar entre os oito melhores do mundo logo em sua estreia olímpica.

“Fiz uma boa corrida, tanto é que quebrei o recorde sul-americano. Não achei que o ritmo da prova estava tão bom e quero cada vez mais ir melhorando o meu resultado”, confessou Alison, que ainda falou sobre a expectativa para a final:

“O Brasil pode esperar que essa será uma das provas mais fortes e mais bonitas, não porque eu estou nela, mas porque a prova está muito forte. Vocês puderam ver hoje que o nível técnico está realmente altíssimo.”

Somente neste ano, Alison já quebrou o recorde sul-americano da prova em cinco ocasiões. Sua melhor marca até então era 47.34. Tempo que ele superou na semifinal e espera voltar a baixar na final do próximo dia 3, às 12h20 (00h20 no horário de Brasília).

100m rasos

Na prova mais rápida do atletismo mundial, Paulo André não passou das semifinais. Com o tempo de 10.31, o velocista terminou em oitavo lugar na terceira série. Agora, ele volta suas atenções para o revezamento 4x100m, cuja eliminatória está marcada para 5 de agosto.

“Minha prova foi bem estranha. Tomei um susto com o (Bingtlan) Su pulando na minha frente. Foi um tempo bem alto mesmo, eu sei. Estou processando tudo o que aconteceu, mas nossa realidade é o revezamento 4x100m, não podemos fugir disso. Tenho objetivo muito grande nos 100m, sei que o Brasil apostava muito nesses 9s, mas Jogos Olímpicos são isso. Se os 100m não permitem erro, os Jogos Olímpicos muito menos”, disse Paulo André.

(Comitê Olímpico Brasileiro)

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