Livro fala sobre abuso infantil, adoção e choque cultural e mais; veja destaques do 'Entre Letras'

Coluna Semanal de Cyntia Fonseca

Escrito por Redação 08/02/2018 13:23, atualizado em 08/02/2018 13:22
‘Onde as mulheres

são reis’

Elijah tem 7 anos e, diferentemente da maioria das crianças, não gosta muito de mágica. É porque ele acredita que um feiticeiro mau habita seu corpo, o levando a fazer coisas ruins. Afastado de sua mãe biológica, uma imigrante nigeriana na Inglaterra, ele pulou de casa em casa até encontrar o casal Nikki e Obi. A relação entre todos estes personagens é o cerne de “Onde as mulheres são reis”, um romance que fala sobre abuso infantil, adoção e choque cultural, de Christie Watson, que chega às livrarias, este mês, pela Bertrand Brasil.
‘Onde as mulheres são reis’ Elijah tem 7 anos e, diferentemente da maioria das crianças, não gosta muito de mágica. É porque ele acredita que um feiticeiro mau habita seu corpo, o levando a fazer coisas ruins. Afastado de sua mãe biológica, uma imigrante nigeriana na Inglaterra, ele pulou de casa em casa até encontrar o casal Nikki e Obi. A relação entre todos estes personagens é o cerne de “Onde as mulheres são reis”, um romance que fala sobre abuso infantil, adoção e choque cultural, de Christie Watson, que chega às livrarias, este mês, pela Bertrand Brasil. . Foto:


‘Onde as mulheres

são reis’

Elijah tem 7 anos e, diferentemente da maioria das crianças, não gosta muito de mágica. É porque ele acredita que um feiticeiro mau habita seu corpo, o levando a fazer coisas ruins. Afastado de sua mãe biológica, uma imigrante nigeriana na Inglaterra, ele pulou de casa em casa até encontrar o casal Nikki e Obi. A relação entre todos estes personagens é o cerne de “Onde as mulheres são reis”, um romance que fala sobre abuso infantil, adoção e choque cultural, de Christie Watson, que chega às livrarias, este mês, pela Bertrand Brasil.
‘Onde as mulheres são reis’ Elijah tem 7 anos e, diferentemente da maioria das crianças, não gosta muito de mágica. É porque ele acredita que um feiticeiro mau habita seu corpo, o levando a fazer coisas ruins. Afastado de sua mãe biológica, uma imigrante nigeriana na Inglaterra, ele pulou de casa em casa até encontrar o casal Nikki e Obi. A relação entre todos estes personagens é o cerne de “Onde as mulheres são reis”, um romance que fala sobre abuso infantil, adoção e choque cultural, de Christie Watson, que chega às livrarias, este mês, pela Bertrand Brasil.. Foto por
Ensaios de 
Elias Canetti

O escritor búlgaro Elias Canetti ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1981. Pouco antes de morrer, ele decidiu que confiaria seus inéditos à Biblioteca de Zurique. Para comemorar o centenário do nascimento do escritor, sua filha liberou, antecipadamente, parte deste material, que inclui os textos de “Sobre os escritores”. Lançado originalmente no Brasil em 2009, o livro recebe agora uma nova edição pela José Olympio, da Record. A tradução é de Kristina Michahelles.
Ensaios de Elias Canetti O escritor búlgaro Elias Canetti ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1981. Pouco antes de morrer, ele decidiu que confiaria seus inéditos à Biblioteca de Zurique. Para comemorar o centenário do nascimento do escritor, sua filha liberou, antecipadamente, parte deste material, que inclui os textos de “Sobre os escritores”. Lançado originalmente no Brasil em 2009, o livro recebe agora uma nova edição pela José Olympio, da Record. A tradução é de Kristina Michahelles.. Foto por
Para ajudar

na ‘bad’

Todo mundo já passou por uma “bad”, que significa estar mal, para baixo. Em “Sempre faço tudo errado quando estou feliz”, a escritora Raquel Segal fala de emoções reais, destas que só contamos para o travesseiro. São várias tirinhas sentimentais para todo tipo de ‘bad’, como ansiedade, paranoias, medos, frustrações, desilusões, expectativas, sonhos, vontade de desistir, de recomeçar, sentir-se inteiro, vazio, perdido e por aí vai. A publicação é da editora Outro Planeta.
Para ajudar na ‘bad’ Todo mundo já passou por uma “bad”, que significa estar mal, para baixo. Em “Sempre faço tudo errado quando estou feliz”, a escritora Raquel Segal fala de emoções reais, destas que só contamos para o travesseiro. São várias tirinhas sentimentais para todo tipo de ‘bad’, como ansiedade, paranoias, medos, frustrações, desilusões, expectativas, sonhos, vontade de desistir, de recomeçar, sentir-se inteiro, vazio, perdido e por aí vai. A publicação é da editora Outro Planeta.. Foto por

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