Livro sobre a História do Carnaval em Niterói e mais; veja destaques do 'Entre Letras'

Coluna semanal de Cyntia Fonseca

Escrito por Redação 01/02/2018 12:33, atualizado em 01/02/2018 12:32
“Sou feio, feio de nascença, mais feio do que você possa desenhar”. É assim que começa o livro “Filhote de Cruz-Credo”, de Fabricio Carpinejar. Considerado um dos nomes mais relevantes da poesia contemporânea, o escritor gaúcho foi vítima de bullying na infância. Num relato autobiográfico, ele conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima. O livro acaba de chegar às livrarias pela editora Record.
“Sou feio, feio de nascença, mais feio do que você possa desenhar”. É assim que começa o livro “Filhote de Cruz-Credo”, de Fabricio Carpinejar. Considerado um dos nomes mais relevantes da poesia contemporânea, o escritor gaúcho foi vítima de bullying na infância. Num relato autobiográfico, ele conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima. O livro acaba de chegar às livrarias pela editora Record. . Foto: Divulgação



“Sou feio, feio de nascença, mais feio do que você possa desenhar”. É assim que começa o livro “Filhote de Cruz-Credo”, de Fabricio Carpinejar. Considerado um dos nomes mais relevantes da poesia contemporânea, o escritor gaúcho foi vítima de bullying na infância. Num relato autobiográfico, ele conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima. O livro acaba de chegar às livrarias pela editora Record.
“Sou feio, feio de nascença, mais feio do que você possa desenhar”. É assim que começa o livro “Filhote de Cruz-Credo”, de Fabricio Carpinejar. Considerado um dos nomes mais relevantes da poesia contemporânea, o escritor gaúcho foi vítima de bullying na infância. Num relato autobiográfico, ele conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima. O livro acaba de chegar às livrarias pela editora Record.. Foto por Divulgação
Quem conheceu a coleção amarelinha de livros de Lygia Bojunga quando era pequeno, pode-se dizer que teve muita sorte. Verdadeiros clássicos infantis, eles mergulham fundo na imaginação das personagens. Em “O sofá estampado”, a autora conta a história de Vitor, um tatu quieto que sempre cavava buraco para esconder seus acessos de tosse nervosa e era apaixonado pela gata Dalva que, para ganhar um concurso de quem assiste mais TV, passa seus dias sentada no sofá em frente a um televisor.
Quem conheceu a coleção amarelinha de livros de Lygia Bojunga quando era pequeno, pode-se dizer que teve muita sorte. Verdadeiros clássicos infantis, eles mergulham fundo na imaginação das personagens. Em “O sofá estampado”, a autora conta a história de Vitor, um tatu quieto que sempre cavava buraco para esconder seus acessos de tosse nervosa e era apaixonado pela gata Dalva que, para ganhar um concurso de quem assiste mais TV, passa seus dias sentada no sofá em frente a um televisor.. Foto por Divulgação
O Carnaval está chegando e nada como saber mais sobre essa festa que mexe com o país inteiro há várias décadas. O livro “Antigamente é que era bom: A folia niteroiense entre 1900 e 1986”, do Selo Niterói Livros, será lançado na próxima segunda-feira (5), às 18h, no Solar do Jambeiro. A publicação é fruto do trabalho meticuloso dos historiadores Leandro Silveira, Matheus Tavares Viug e Winnie Delmar de Souza Silva. O Solar do Jambeiro fica na Rua Presidente Domiciano, 195, São Domingos
O Carnaval está chegando e nada como saber mais sobre essa festa que mexe com o país inteiro há várias décadas. O livro “Antigamente é que era bom: A folia niteroiense entre 1900 e 1986”, do Selo Niterói Livros, será lançado na próxima segunda-feira (5), às 18h, no Solar do Jambeiro. A publicação é fruto do trabalho meticuloso dos historiadores Leandro Silveira, Matheus Tavares Viug e Winnie Delmar de Souza Silva. O Solar do Jambeiro fica na Rua Presidente Domiciano, 195, São Domingos. Foto por Divulgação

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