Dia do fotógrafo: Veja algumas das obras de artista gonçalenses
Com o tempo, a foto também passou a ser um tipo de arte

Por Tatiane Gomes*
Em uma era totalmente digital, a relação entre a sociedade e a imagem nunca foi tão próxima. Com a chegada das redes sociais, fotos e vídeos se tornaram parte da cultura cibernética, mas também veio a se transformar em uma forma de arte, que tem a capacidade de exprimir sentimentos, emoções e mensagens. Levando em conta essa evolução, nesta quarta-feira, dia 19 de agosto, comemora-se o dia do fotógrafo.
A primeira fotografia reconhecida foi feita em 1826, pelo francês Joseph Nicéphore Niépce. Apesar de Niépce receber mérito pela descoberta, o desenvolvimento da fotografia não pode ser atribuído apenas a uma pessoa. Diversas evoluções ao longo do tempo foram somadas para que fosse possível desenvolver a fotografia como é conhecida atualmente.
Profissional que cuida diretamente de imagens e sabe a forma, o tempo e a técnica exata para capturar momentos, sejam eles belos ou ruins, o fotógrafo é responsável por congelar memórias, que muitas vezes relatam a histórias diversas. Considerados atualmente como artistas, que utilizam de seus equipamentos para flagrar eventos e sensações, o papel vem se tornando cada vez mais presente em diversas áreas.
"A fotografia hoje é uma extensão de quem eu sou. Não existe nada que eu olhe e não pense: ‘isso daria uma boa foto'. Então, sair e não fotografar nada é como um dia sem memórias para mim", contou o fotógrafo Diego Carvalho, de 30 anos, morador do bairro Mutuá, em São Gonçalo.
Criador do projeto 'Cidade em Quarentena', Diego se dedicou nos últimos meses se aventurar nas ruas do município para registrar um pouco sobre realidade do isolamento social na cidade e como a população vinha agindo desde o início da pandemia.
Confira abaixo alguns cliques de Diego Carvalho:



Já o jovem fotógrafo, Davi Fernandes, 23, também morador de São Gonçalo, vem trazendo inovações para sua área com elementos da fotografia brasileira que ainda não haviam sido apresentados no Brasil, e se torna pioneiro em sua arte. Uma mistura natural e ao mesmo tempo surreal e cinematográfico fazem parte da característica de seu trabalho, que continua conquistando os olhares de admiradores dessas obras, dentro e fora do Rio de Janeiro.
"A fotografia desperta o sentimento e emoção dentro das pessoas, e isso traz alento para quem se identifica com ela. A arte é o fogo do mundo, e a fotografia é uma das ferramentas que se pode utilizar para fazer o fogo e iluminar o ponto que você deseja que a sociedade veja. Através dela você pode mostrar seu ponto de vista ou sentimento sobre algo, para as pessoas", avaliou Davi, que começou sua carreira aos 15 anos.
Veja abaixo algumas das obras de Davi Fernandes:



Estagiária sob supervisão de Marcela Freitas