Atual namorada de goleiro que agrediu ex-esposa pode cumprir 116 anos de prisão
Influenciadora foi acusada de estelionato

A atual namorada do goleiro Jean, que apareceu na mídia após agredir fisicamente a ex-esposa, está tendo seu nome envolvido em uma grande polêmica. A influenciadora Shay Victorio recebeu a sentença de 116 anos de prisão por estelionato, além do pagamento de uma multa alta. Shay teve o seu nome relacionado a um processo que corre na justiça de São Paulo.
Segundo a coluna do Leo Dias, a influenciadora, o pai e o seu ex-marido foram processados por supostos crimes cometidos entre 2013 e 2017, em Sorocaba, no interior de São Paulo. A empresa onde ela trabalhava, de comércio eletrônico, não contava com um endereço para estoque físico, sendo assim, não era possível comprovar se havia mesmo mercadoria disponível para as vendas. Além disso, a investigação que envolveu 118 pessoas que haviam comprado na empresa, apontou que s vítimas não recebiam a mercadoria comprada no site "Megazine.net".
A juíza que está a frente do caso revelou na sentença: "Não há dúvidas de que tal atendente se trata da ré, especialmente por se tratar de um nome incomum. Ressalta-se que várias vítimas informaram que, ao entrarem em contato com a empresa inadimplente, recebiam justificativas semelhantes, porém nenhuma delas lograram êxito em receber as mercadorias compradas ou obter o ressarcimento dos valores pagos pelos produtos".
Cabendo recurso, o processo ainda está em andamento e o seu advogado já informou que recorrerá da sentença. É importante ressaltar que a legislação brasileira determina que uma pessoa pode ficar no máximo até 30 anos presa por um crime. O advogado de Shay Victorio revelou que a sentença foi desumana.
"Shayene hoje está sendo alvo de difamação na internet, com pessoas criando páginas falsas para atacá-la, simplesmente com intuito de fofocas e maldades, o que a compeliu em uma ação indenizatória de conhecimento de Vossa Senhorias. Vamos recorrer da sentença que consideramos desumana, esperando nova decisão e sob o manto do princípio da inocência, pois somente pode ser alguém considerado culpado, quando houver o trânsito em julgado da sentença condenatória. Consideramos levianos os atos de terceiros que estão com finalidades espúrias, buscando resolver problemas pessoais e com finalidade a autopromoção", escreveu o advogado da acusada por meio de uma nota para o colunista.