Museu Nacional promove festival na Quinta da Boa Vista

São ofertadas 45 atividades aos visitantes

Enviado Direto da Redação

Foto: Divulgação/Ag. Brasil/Fernando Frazão


O fim de semana foi de muita atividade lúdica e científica na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, zona norte do Rio de Janeiro. O local recebeu ontem e hoje (20) a quarta edição do Festival Museu Nacional Vive, que tem levado as atividades para tendas montadas no parque, após o incêndio que destruiu sua sede em setembro do ano passado.


Ao todo, foram ofertadas aos visitantes 45 atividades, em parceria com o Sesc RJ. As crianças puderam participar de oficinas e jogos, como o de pintura em artemuralismo e o quiz sobre ciências naturais e curiosidades do Museu Nacional.


O Departamento de Botânica ofereceu oficinas sobre a montagem de exsicatas, que são amostras de plantas prensadas, secas e fixadas em cartolina para fins de estudo botânico; de palinologia, para explicar a importância do grão de pólen e dos polinizadores; e de etnobotânica, sobre os aromas do quintal de casa.


Também foram oferecidas atividades sobre a morfologia de peixes, as coleções de anfíbios e répteis, de antropologia social e sobre a Antártica. No projeto Renascer das Cinzas, os frequentadores foram convidados a apontar o que desejam para o novo Museu Nacional.


Uma das atividades que mais atraiu o público é a Oficina de Stencil, que customizou camisetas e sacolas ecológicas de pano com desenhos e frases de apoio como “Museu Nacional Vive”, “Museu é do Povo” e “Museu na Luta”. Moradora do bairro, Aline Ramos levou a filha Letícia, de 5 anos, para participar do festival.


“Venho, sempre que possível, têm sido muito boas as brincadeiras para as crianças. Adoramos poder escolher as camisetas, é um evento bem familiar. Uns dois meses antes do incêndio, trouxemos nossa filha para visitar o museu”, lembrou.


A pequena Letícia escolheu um desenho de borboletas para a sua camiseta. “Eu gosto de brincar aqui, já fui na pintura de meteorito, agora vou na amarelinha. Eu escolhi a borboleta porque gosto”.


Outras atividades incluíram oficinas de pipa e de origami de caranguejo; exposições de bioeconomia, instrumentos musicais inovadores e sobre o mangue; e brincadeiras tradicionais como badminton, dominó, jogo da velha, dama e quebra-cabeça; além de aulas de tai chi chuan, defesa pessoal, alongamento e de prevenção de arboviroses.


Agência Brasil

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