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Festival do Rio anuncia os filmes selecionados para a Première Brasil, principal vitrine do cinema brasileiro

Confira a lista completa

relogio min de leitura | Redação
Este ano, o Festival acontecerá de 1º a 11 de outubro espalhado por toda a cidade do Rio de Janeiro
Este ano, o Festival acontecerá de 1º a 11 de outubro espalhado por toda a cidade do Rio de Janeiro -

A Première Brasil, maior e mais importante vitrine do cinema nacional e uma das principais atrações do Festival do Rio, anuncia os 101 filmes brasileiros selecionados para a sua 28ª edição. Este ano, o Festival acontecerá de 1º a 11 de outubro espalhado por toda a cidade do Rio de Janeiro.

Escolhidos entre um total de quase 1.500 longas e curtas-metragens inscritos, os filmes compõem um amplo panorama da produção audiovisual brasileira, reunindo diferentes narrativas, linguagens, gêneros e modos de produção, refletindo a vitalidade e a diversidade criativa do cinema realizado no país.

A programação aproxima cineastas consagrados e novos talentos, reafirmando a capacidade do cinema brasileiro de se renovar, experimentar e ampliar suas formas de representar o Brasil, e o compromisso do Festival do Rio de promover a diversidade da produção nacional, revelar novas vozes e fortalecer o encontro entre os filmes e o público.

Os filmes em competição concorrem ao Troféu Redentor em diversas categorias, premiando talentos e profissionais de diversas áreas. O Festival do Rio traz ainda filmes de coprodução com o Brasil e uma mostra de séries brasileiras com lançamento previsto em 2026. As diversas mostras tradicionais do Festival do Rio também apresentam produções brasileiras que dialogam com vários públicos e linguagens.

Os filmes estão distribuídos entre as seguintes mostras:

Competição de Longas e Curtas-metragens e Competição Novos Rumos, com 45 longas e curtas-metragens concorrendo ao Troféu Redentor;

Hors Concours, que reúne filmes fora de competição em sessões especiais;

Hors Concours Especial, que oferece a oportunidade de rever no cinema filmes que marcaram época em cópias restauradas, com a presença de equipe e elenco;

Retratos, dedicada a documentários sobre trajetórias marcantes e às vezes pouco conhecidas da cultura e da sociedade brasileiras;

Midnight Movies, voltada aos amantes de um cinema mais ousado, inventivo e provocador, tanto na linguagem quanto nos gêneros que explora; e

O Estado das Coisas, com documentários que estimulam reflexões e debates sobre questões humanas, sociais e políticas do Brasil contemporâneo.

Uma das novidades desta edição é a mostra Nova Geração, dedicada à produção brasileira voltada ao público jovem e à toda a família. Com seis filmes, a seleção acompanha as transformações, os desejos e os conflitos das novas gerações, reunindo narrativas contemporâneas que dialogam com seus universos, sensibilidades e formas de expressão. A mostra também evidencia o esforço do cinema brasileiro para se aproximar desse público, compreender suas demandas e renovar as maneiras de contar histórias sobre e para os jovens.

A Première Brasil 2026 em números:

414 longas-metragens inscritos;

1.012 curtas-metragens inscritos;

101 filmes selecionados, entre longas e curtas-metragens;

45 filmes concorrendo ao Troféu Redentor;

15 longas-metragens em estreia mundial;

5 séries brasileiras.

Formação de novas plateias

A programação da Première Brasil inclui sessões seguidas de debates com realizadores, equipes e integrantes do elenco, aproximando o público dos processos de criação e produção dos filmes.

As sessões de gala dos filmes da Competição de Longas e Curtas-metragens acontecem no Estação Claro Gávea e, no dia seguinte, são eles exibidos em sessões a preços populares com debates, no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, na Cinelândia, região central da cidade. Já as mostras Competição Novos Rumos e O Estado das Coisas promoverão conversas com as equipes dos filmes após as sessões no Estação Claro Rio, no Cinesystem Botafogo e na nova sala do circuito, localizada na Fundação Getúlio Vargas.

O Festival do Rio também ultrapassa os limites das salas comerciais e chega aos cinemas do Circuito Cine Carioca, mantido pela Prefeitura, no Parque de Realengo, e na Areninha Cultural Renato Russo (Ilha do Governador), com uma programação especial. A iniciativa leva a produção brasileira a diferentes regiões da capital carioca, amplia o alcance dos filmes e contribui para a democratização do acesso ao cinema.

Negócios, encontros e debates

O Armazém da Utopia, sede do Festival do Rio, ocupa um espaço de cinco mil metros quadrados na região revitalizada do Cais do Porto. O local abriga o credenciamento, a sala de imprensa e o RioMarket, área de negócios do festival, que oferece uma programação diária de palestras, seminários, encontros e workshops, reunindo centenas de profissionais do mercado audiovisual.

“O cinema brasileiro é sempre surpreendente e demonstra, ano após ano, uma vitalidade que chama a atenção por sua renovação, ousadia e força. A Première Brasil é um grande tapete vermelho de talentos e a prova concreta de que, se há um setor para onde a atenção deve se voltar por sua capacidade de impacto e crescimento, é o cinema e suas múltiplas expressões”, afirma Ilda Santiago, diretora do Festival do Rio.

O Festival do Rio conta pelo quinto ano consecutivo com a apresentação e patrocínio master do Ministério da Cultura e da Shell Brasil através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

“Na Shell, entendemos a cultura como potente ferramenta para gerar valor social e transformar vidas. Dentre nossos patrocínios culturais, temos o orgulho de apoiar o Festival do Rio, um dos mais importantes eventos do audiovisual brasileiro. Ao longo de cinco anos de parceria, contribuímos para valorizar o cinema, fortalecer a indústria criativa e aproximar o público da produção nacional e internacional” – comenta Glauco Paiva, Diretor de Comunicação e Marca da Shell Brasil.

“O Festival do Rio é muito mais do que uma celebração do cinema: é uma plataforma estratégica para o desenvolvimento da indústria audiovisual, a formação de público e a projeção internacional da nossa cidade. A Première Brasil tem um papel decisivo ao dar protagonismo à diversidade do cinema brasileiro, aproximar realizadores e espectadores e ampliar a circulação das obras pelos diferentes territórios da cidade. Para a Prefeitura do Rio e a RioFilme, apoiar o Festival significa fortalecer toda a cadeia audiovisual — da criação à exibição —, gerar oportunidades e garantir que o público brasileiro possa se reconhecer nas telas.” – comenta Leonardo Edde - Presidente da RioFilme.

Confira a lista completa dos filmes selecionados para a Première Brasil:

PREMIÈRE BRASIL – COMPETIÇÃO LONGAS METRAGENS DE FICÇÃO

Diário do Fogo, de Maju de Paiva e Bernardo Florim - Première Mundial

Ela Foi Ali Guardar o Coração na Geladeira, de Cristiane Oliveira e Gustavo Galvão - Première Nacional

O Filho da Puta, de Erica Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra e Sávio Leite

Funk, de Aly Muritiba - Première na América Latina

LONDON, de Victor Di Marco e Márcio Picoli - Première Nacional

A Margem do Rio, de Enock Carvalho e Matheus Farias - Première na América Latina

Maria de Maria, de Luiza Shelling Tubaldini - Première Mundial

Oceânico, de Guilherme Coelho - Première Mundial

A Professora de Francês, de Ricardo Alves Jr. - Première Nacional

Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins - Première na América Latina

PREMIÈRE BRASIL – COMPETIÇÃO LONGAS METRAGENS DOCUMENTÁRIO

Alucinação, de Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano - Première Mundial

Cão Sem Plumas, de Camila Valença - Première Mundial

Dragões, de Miguel Antunes Ramos - Première Mundial

Elza, de Eryk Rocha - Première Mundial

A Extraordinária Vida de Vera Valdez, de Fabio Meira - Première Mundial

Fui Olhar Você Dormir, de Anna Azevedo - Première Mundial

O Sertão das Nossas Memórias, de Lucia Murat - Première Mundial

Uma Missa para Dom Angélico, de Emilia Silveira - Première Mundial

PREMIÈRE BRASIL - COMPETIÇÃO CURTAS METRAGENS

3x4, de Juliana Tizatto

Better Future, de Jungle - Première Mundial

Boulevard Arrudas, de Matheus Moura

A Casa de Dona Carlota, de Lili Fialho e Bruna Linzmeyer - Première Mundial

Fissuras, de Diana Coelho

Fortaleza, de Michel Stolnicki - Première Mundial

Joqueta, de Luciana Vieira - Première na América Latina

Lagoa do Abandono, de Diego Maia

Pedra-Mar, de Janaína Lacerda

Reteté, de Donna Oliveira - Première Mundial

Santo, de Maria Luísa Alves - Première Mundial

PREMIÈRE BRASIL COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS LONGAS METRAGENS

144 - Apocalipse Não, de João Paulo Cuenca - Première Mundial

O Deserto de Luiza, de Alan Minas - Première na América Latina

Isabel, de Gabe Klinger - Première Nacional

Jardim dos Silêncios, de Henrique Dantas - Première na América Latina

Malick, de Cassio Tolpolar, Modou Awa Dieye - Première Mundial

Não Estamos Sonhando, de Ulisses Arthur - Première Nacional

Talismã, de Thais Fujinaga - Première Mundial

Turma 101, de Wagner Novais - Première Mundial

PREMIÈRE BRASIL COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS CURTAS METRAGENS

Os Beatos, de Valentin Lebeau

Consolo, de Johnny Massaro - Première Mundial

Um Domingo, de Maíra Bühler e Rô Albuquerque - Première Mundial

Floresta do Fim do Mundo, de Felipe M. Bragança e Denilson Baniwa

Fundura, de Catapreta

Laser-Gato, de Lucas Acher - Première na América Latina

Mira, de Daniella Saba

Ondas de Silêncio, de Caio J. Bonfim - Première Mundial

PREMIÈRE BRASIL GALA DE ENCERRAMENTO

100 Dias, de Carlos Saldanha - Première Mundial

PREMIÈRE BRASIL HORS-CONCOURS

As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você, de Diego Freitas - Première Mundial

Fernanda, de Pedro Waddington - Première Mundial

Ney por trás das máscaras, de Esmir Filho - Première Mundial

Pai de Primeira Viagem, de Mariana Youssef - Première Mundial

Pitico - Hermes Ayres Azevedo (1881-1959) - Historiador da província, de Julio Bressane

Sedução, de Zelito Viana e Marcos Palmeira - Première na América Latina

Se eu fosse você 3, de Anita Barbosa - Première Mundial

Verão da Lata, de Santiago Dellape

Justino – Nos Bastidores do Reino, de José Eduardo Belmonte

Tempo à Faca, de Diogo Oliveira - Hors Concours Novos Rumos

PREMIÈRE BRASIL HORS-CONCOURS ESPECIAL

Paraíso Semiárido, de Eduardo Escorel - Première Mundial

O tempo e o lugar, de Eduardo Escorel (2008)

Janela da Alma, de João Jardim e Walter Carvalho (2001)

e o curta metragem

Tarantino’s mind, de 300ml (2006)

PREMIÈRE BRASIL RETRATOS

Aldir Blanc – Resposta ao Tempo, de Marcus Fernando e Hugo Sukman - Première Mundial

Alegria Brasil, estrelando Maria Alcina, de Elizabete Martins Campos - Première Nacional

Amor e Fé: Chica Xavier, de Clementino Junior - Première Mundial

Baile das Luzes, de Vincent Rosenblatt - Première Mundial

Cansei de Ser Galã, de Bento Marzo e Eduardo Ades - Première Mundial

Cony, Retrato Íntimo, de Marcos Ribeiro - Première Mundial

Flora & Airto: O Som Revolucionário, de Jom Tob Azulay

O Gesto Entre Nós, de Roberto Bomtempo - Première Mundial

Mario Carneiro – Gravura Feita de Luz, de Beth Formaggini - Première Nacional

Wonderful, de Susanna Lira - Première Mundial

Squel - Confissões de uma porta-bandeira, de Celina Torrealba e Zeca Brito - Première Mundial

Vivo 76, de Lírio Ferreira

e os curtas metragens

Tempos de Inocência, de Gregory Baltz e Kaio Caiazzo - Première Mundial

Taísa Machado — Em Estado De Encontro, de Milena Manfredini - Première Mundial

PREMIÈRE BRASIL O ESTADO DAS COISAS

Nação Ubuntu - A Voz dos Silenciados, de Paulo Henrique Fontenelle - Première Mundial

No Passo da Cobra, de Estevão Ciavatta Pantoja Franco - Première Mundial

Pontos de Partida, de Silvio Tendler

Por Que Não?, de Maria Prata - Premiere Mundial

Vitória da Paz, de Ricardo Calil, Fábio Gusmão e Dudu Levy - Première Mundial

Vozes na sua cabeça, de Douglas Duarte - Première Mundial

e os curtas metragens

Duwid Tuminkiz - Makunaima É Duwid?, de Gustavo Caboco Wapixana

Tanaru, de Julia Mariano

PREMIÈRE BRASIL MIDNIGHT MOVIES

Chuva Ácida: Histórias do Crepúsculo de Cubatão, de Cláudia Pereira - Première Nacional

Overman, de Tomás Portella - Première Mundial

Privadas de Suas Vidas, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner - Première Nacional

e o curta metragem

Morfeu e Caronte, de Luiz Ulian e Jocimar Dias Jr.

PREMIÈRE BRASIL NOVA GERAÇÃO

Amadeo e o Hipotético Mundo Novo, de Edu Felistoque, Brenda Lígia e Everton Amorim - Première América Latina

O Capitão Engarrafado, de Guilherme Reis - Première Mundial

Feito Pipa, de Allan Deberton

Medley, de Ana Luiza Azevedo - Première Nacional

Minha Primeira Namorada, de Jonathan Haagensen, Kátia Lund - Première Mundial

e o curta metragem

Cinderela do Samba, de Magna Domingues - Première Mundial

PREMIÈRE BRASIL SÉRIES

Amora, de Juliana Rojas, para Canal Brasil

Cidade de Deus 2: A Luta Não Para, de Aly Muritiba, para HBO Max

Delegado, de Leonardo Lacca e Marcelo Lordello, para Canal Brasil

Especial Afronta!, com direção geral de Juliana Vicente

Marília Mendonça: Sentimento Louco, de Susanna Lira, para MGM Amazon Studios

PREMIÈRE BRASIL PANORAMA CARIOCA

O Cinema Possível, de Luiz Carlos Lacerda - Première Mundial

A Última Noite, de Pedro Belchior Costa e Jhenifer Emerick - Première Mundial

e os curtas metragens

Amor Inteligente, de José Bial - Première Nacional

A Casa do Pai, de Patrick Sampaio - Première Mundial

HELENA! CINEMA!, de Cavi Borges e Christian Caselli - Première Mundial

Pique-pega, de Mia Lima Rocha

Revelação, de Gabriela I. Gaia

PREMIÈRE BRASIL ITINERÁRIOS ÚNICOS

Me Deixa Ser (Let Us Be), de Viviane D’Avilla — Brasil, Índia, Estados Unidos - Première na América Latina

Mounir, de Juliana Borges

Pardo é Papel, de Alexis Zelensky — Brasil, França, Portugal - Première na América Latina

e o curta metragem

Cadu Barcellos - Cria não morre, vira lenda, de Wagner Novais - Première Nacional

PRODUÇÕES BRASILEIRAS EM OUTRAS MOSTRAS

Seis Meses no Prédio Rosa e Azul (6 Meses en el edificio rosa con azul), de Bruno Santamaría Razo — México, Brasil, Dinamarca - a ser exibido na mostra Première Latina

Elefantes na Névoa (Elephants in the Fog), de Abinash Bikram Shah — Alemanha, Brasil, França, Nepal, Noruega a ser exibido na mostra Expectativa

Furies, de Rami Kodeih — Brasil, Líbano - a ser exibido na mostra Expectativa

Glaxo, de Benjamín Naishtat — Brasil, Argentina - a ser exibido na mostra Première Latina

La Perra, de Dominga Sottomayor - Brasil, Chile - a ser exibido na mostra Première Latina

Quem Matou Narciso? (Narciso), de Marcelo Martinessi — Alemanha, Brasil, Espanha, França, Paraguai, Portugal, Uruguai - a ser exibido na mostra Première Latina

Vinchuca (Kissing Bug), de Luis Zorraquin — Argentina, Brasil - a ser exibido na mostra Première Latina

Sobre o Festival do Rio

O Festival do Rio é o maior festival de cinema da América Latina e a maior vitrine do cinema brasileiro. Desde sua criação, em 1999, exibiu mais de 7 mil longas-metragens nacionais e internacionais, incluindo obras premiadas nos principais festivais do mundo, como Cannes, Berlim, Veneza e Toronto. Com uma programação que reúne mostras competitivas, seleções temáticas, sessões especiais e atividades formativas, o evento contribui de forma contínua para a formação de público e para a qualificação de profissionais do setor. O RioMarket - área de negócios do Festival - acontece simultaneamente à programação de filmes e reúne profissionais, empresários e estudantes do audiovisual do Brasil e do exterior.

O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, e apoio institucional da Embratur. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura.

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