Instagram Facebook Twitter Whatsapp
Dólar R$ 5,2102 | Euro R$ 6,0553
Search

Rodas de Integração levam cultura e pertencimento a alunos de Niterói

Ação do Instituto Gingas utiliza a capoeira para promover respeito, trabalho em equipe e transformação social nas escolas de Niterói

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 04 de março de 2026 - 12:19
Por meio da música, do movimento e da roda, as crianças aprendem sobre história, diversidade e convivência, desenvolvendo autoestima e consciência coletiva
Por meio da música, do movimento e da roda, as crianças aprendem sobre história, diversidade e convivência, desenvolvendo autoestima e consciência coletiva -

O Instituto Gingas realiza nesta quarta-feira (4) as Rodas de Integração em três escolas municipais de Niterói. A ação integra um ciclo de encontros regulares em cada escola atendida, reunindo estudantes, mães e responsáveis, comunidade escolar e territorial, junto aos integrantes do projeto de capoeira acessível Din Down Down – Construindo Laços com a Família, para vivenciar a roda de capoeira de integração com música e movimento.

A proposta é sensibilizar o entorno da escola para a importância das medidas de acessibilidade, do reconhecimento da ancestralidade e da participação cidadã, fortalecendo vínculos e repertório coletivo para que a comunidade possa dialogar com políticas públicas e promover inclusão em seus territórios.

Na E.M. Santos Dumont, na R. Manoel Correia s/n no Bairro de Fátima, aconteceu às 10h30min; na E.M. Alberto Francisco Torres, na R. Prof. Ismael Coutinho 88 no Centro, será às 14h; e na E.M. Francisco Portugal Neves, na Rua Quatorze s/n em, às 15h30min.

Por meio da música, do movimento e da roda, as crianças aprendem sobre história, diversidade e convivência, desenvolvendo autoestima e consciência coletiva. A roda é espaço de aprendizado, pertencimento e transformação. “A roda de capoeira é um espaço de encontro onde ninguém fica de fora. Quando a escola se abre para o território, ela amplia sua capacidade de incluir. As Rodas de Integração são momentos em que acessibilidade deixa de ser discurso e se torna prática viva, com corpo, música e participação coletiva”, explicou o fundador do instituto, David Bassous, conhecido como mestre Bujão.

Bujão ainda completou que o Din Down Down trabalha a inclusão de forma espontânea, fortalecendo vínculos entre estudantes, famílias e comunidade. Nosso objetivo é que cada território se reconheça como protagonista na construção de políticas públicas mais acessíveis e mais humanas”, finalizou.

Matérias Relacionadas