Arlindo Paixão, o "Mongol", morre no Rio após complicações da Covid-19
Cantor foi intubado no último dia 5

O cantor e compositor Arlindo Paixão, conhecido no cenário da música como Mongol, morreu na noite da última terça-feira (11) de Covid-19.
O artista de 64 anos foi intubado no último dia 5 no hospital da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
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O artista compôs alguns sucessos, entre eles, estão “Agonia”, que já foi cantada por Oswaldo Montenegro, parceiro e amigo de infância do cantor, "A vida quis assim”, entre outros. Líder da banda “Akundum”, também foi responsável pela composição de “Emaconhada” que deu ao grupo um Disco de Ouro em 1997. Atualmente, Mongol estava cursando a faculdade de Pedagogia na UNIRIO.
A família do artista informou que vai esperar a chegada do filho de Paixão, que atualmente mora em Berlim, para que possa ser feita a cerimônia de cremação.