Vereador apresenta projeto para criar banco de sangue e cordão umbilical

Brasil já é 3º maior banco de doadores de sangue e cordão umbilical
Foto: DivulgaçãoO vereador Giovani Raios de Sol (PRP) apresentou projeto de lei que institui a criação do Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário da cidade. A ideia é estimular ainda mais o número de transplantes no país.
“As células-tronco do sangue do cordão umbilical e da placenta devem ser consideradas como importante reserva biológica, que devem ser utilizadas de forma a beneficiar, universalmente e em condições de igualdade, àqueles que delas necessitam”, afirmou o vereador.
Há no Brasil, desde 1993, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), responsável por agrupar informações de potenciais doadores de medula. Sua utilização se dá em casos em que a solução para o transplante é buscar algum doador compatível entre grupos étnicos semelhantes, dada a ausência ou incompatibilidade dos parentes próximos (geralmente irmão ou um dos pais).
Alternativa para o tratamento de graves doenças, como a leucemia, o debate em torno da doação de medula óssea tem ganhado destaque no cenário nacional. Nos últimos 15 anos, um aumento significativo no número de doadores cadastrados alçou o Brasil ao posto de terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, com 3,5 milhões de doadores inscritos, atrás apenas dos Estados Unidos e Alemanha.
Dentro desse período, em 2001, foi criado nosso primeiro Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário, inaugurado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA). De lá para cá, outros diversos bancos do tipo se espalharam pelo Brasil.
Cadastro - Para ser um doador basta ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. O cadastro pode ser realizado nos Hemocentros do Estado. No Rio, além do Hemorio, o INCA também faz o cadastramento de doadores voluntários. Mais informações são encontradas no telefone (21) 32071580.