Novas tecnologias mudam as aulas
Estudantes usam jogos para treinar disciplinas
Com o acesso às tecnologias cada vez mais cedo, não é difícil ver estudantes com telefones, tablets e notebooks dentro do ambiente escolar. E por que não utilizar essas tecnologias a favor da educação? Vídeos, aplicativos e jogos. O que parece brincadeira é transformado em estudo. Escolas particulares já adotaram os novos métodos de ensino e a rede pública de São Gonçalo também. O resultado se vê dentro da própria sala de aula com estudantes mais interessados e com melhores resultados.
Uma das escolas pioneiras em educação interativa é o Colégio de Aplicação Dom Hélder Câmara. Na unidade de ensino, a internet é usada como um instrumento facilitador e propagador para o conhecimento. O professor de informática Glaucio Bandeira contou que ensina uma informática educativa, que é usada como ferramenta dentro e fora da sala de aula.
“Através de jogos educativos, os alunos têm a oportunidade de vivenciar os conteúdos apresentados nas aulas teóricas. O planejamento é feito com os professores e temos ótimos resultados. As aulas no laboratório facilitam a participação dos estudantes e a troca entre eles é bem maior”, contou. Os estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental, João Pedro Lima e Bernardo Resende, ambos de sete anos, aprovam as aulas. “Amamos essa aula. É tudo muito divertido. Tudo que a nossa tia (professora) ensina, tem no jogo. Eu adoro jogar”, disse João Pedro.
Fábrica – A subsecretaria de Tecnologia da Educação de São Gonçalo criou softwares educativos. A Fábrica de Jogos, página criada no site da prefeitura de São Gonçalo, ajuda os estudantes de forma lúdica a compreenderem os conteúdos aprendidos dentro de sala de aula. O subsecretário de Tecnologia da Educação, Cláudio Joaquim dos Santos Braga, responsável pela criação dos jogos, argumenta que a interatividade auxilia na aprendizagem dos alunos.
“O uso das tecnologias desperta o interesse dos alunos. Essa interatividade ajuda o professor na hora de transmitir o conteúdo. O mais bacana é que esses jogos são personalizados à realidade de nossos estudantes”, explicou Cláudio, que está desenvolvendo jogos para alunos portadores de necessidades especiais.
A professora Marta Nogueira, da Escola Municipal Raul Veiga, foi uma das que recebeu o curso de capacitação em tecnologia. “Me surpreendi com o interesse dos alunos. Eles adoram participar das atividades no laboratório de informática”, disse.
Estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental, Rayssa Pacheco e Raquel Amaral, de 11 anos, aprovaram os jogos. “Eu adoro essa aula. Os jogos são fáceis e muito legais”, disse Rayssa. Para conhecer mais, basta acessar: www.pmsg.rj.gov.br/educacao/fabrica. Os jogos podem ser ‘experimentados’ por qualquer estudante.
Serviço
Colégio de Aplicação Dom Hélder Câmara
Rua Lambari, 10, Trindade, São Gonçalo
Contato: 2138 - 4001