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Luto no Parque da Cidade

Acidente que matou policial civil levou administração a fechar rampa de vôo em Charitas

relogio min de leitura | Redação 16 de dezembro de 2015 - 21:42

Bandeira negra em luto à morte do policial Alex Sander Figueiredo Vieira, durante vôo no local

Foto: Alex Ramos

Por Marcela Freitas

Um dia após o acidente de parapente que matou o policial civil Alex Sander Figueiredo Vieira, 44 anos, a rotina de vôos livres no Parque da Cidade, em São Francisco, Niterói, foi alterada. Na manhã de ontem, a pista usada pelos amantes do esporte amanheceu fechada em luto ao policial.

De acordo com o administrador do Parque, Alex Figueiredo, a previsão é que a pista seja reaberta amanhã, caso não aja intervenção da Policia Civil.

“Hoje, (ontem) fechamos a pista em luto, mas vamos reabri-la amanhã (hoje), a menos que haja algum posicionamento da polícia quanto ao uso do local”, disse.

Ainda segundo Alex, aos fins de semana, cerca de 200 pessoas voam do local. “Todo esporte de aventura tem um grau de risco inerente. Mas, segundo as estatísticas, é bem menor do que atravessar a rua, por exemplo. Eu, como praticante de montanhismo, sempre oriento quem deseja ingressar nesses esportes a procurar um curso habilitado na federação. Até onde eu sei essa vítima fez todo o procedimento de maneira correta. Me falaram que ele tinha 3 meses de curso”, disse.

Morte após tentativa de pouso

O policial civil Alex Sander, morreu, na tarde de terça-feira, após sofrer uma queda em voo de parapente em Charitas, na Zona Sul de Niterói. Ele era aluno de voo e teria cometido um erro quando tentava pousar, caindo no meio da via em frente a praia. Segundo testemunhas, por pouco ele não foi atropelado.

O policial era lotado na Delegacia de Imbariê (62ª DP), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. E segundo informações, residia na Ilha do Governador.

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