Instagram Facebook Twitter Whatsapp
Dólar R$ 5,0748 | Euro R$ 5,8452
Search

Polícia Civil realiza operação para capturar responsável pela morte de trader de criptomoedas na Região dos Lagos

Os agentes da 125ª DP prenderam um suspeito na Zona Oeste do Rio, após descobrir que Faraó das Bitcoins encomendava a morte dos seus concorrentes.

relogio min de leitura | Redação 18 de dezembro de 2021 - 13:10
Imagem ilustrativa da imagem Polícia Civil realiza operação para capturar responsável pela morte de trader de criptomoedas na Região dos Lagos

Policiais da 125ª DP de São Pedro da Aldeia, realizaram neste sábado (18) a Operação Sarcófago, visando a captura dos integrantes de uma organização criminosa que matou o trader de criptomoedas Wesley Pessano, em julho deste ano (2021), na Região dos Lagos. O alvo, identificado como Filipe José Aleixo Guimarães, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

As investigações levaram ao mandante do crime, Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como Faraó dos Bitcoins, preso pela Polícia Federal (PF) na Operação Kryptos, que foi feita para derrubas crimes de fraudes financeiras e pirâmide.

A Polícia Civil, contou que o investidor havia encomendado a morte de Pessano, visando interesses econômicos. Desta maneira, os agentes chegaram a conclusão que o Faraó pretendia eliminar todos os seus concorrentes do mercado de criptomoedas. O crime cometido em São Pedro da Aldeia não foi o único delito, ele ainda pode ter sido responsável pela tentativa de homicídio contra Nilson Alves da Silva, em Cabo Frio. Nilson seria mais um de seus concorrentes.

Durante este sábado, o objetivo dos agentes era a prisão preventiva e busca e apreensão contra os irmãos Daniel Aleixo Guimarães, conhecido como Dani Boy, e seu irmão Filipe, encontrado em Jacarepaguá.

Os agentes da 125ª DP apuraram que Dani Boy, que não foi preso ainda. Era um dos homens de confiança do Faraó dos Bitcoins que intimidava e matava concorrência. Os irmãos chegaram a abrir um negocio de fachada, batizado G.A.I, com um capital de 5 milhões, onde eles simulavam prestação de serviço de inteligência, transporte de valores e segurança. Porém, eles prestavam serviço de extermínio.

Filipe não possuía antecedentes criminais, apenas dava suporte aos comparsas que foram presos ou estavam foragidos. Dani Boy já tinha passagens pela polícia e foi preso por homicídio contra o ex-prefeito da cidade Macuco, Rogério Bianchini, em 2015.

Matérias Relacionadas