Instagram Facebook Twitter Whatsapp
Dólar R$ 5,0665 | Euro R$ 5,8376
Search

Inverno, período ideal para ‘investir’ na pele

Cuidados com a pele no inverno

relogio min de leitura | Redação 01 de setembro de 2017 - 16:00
Segundo especialistas em estética, os tratamentos são adequados a cada tipo de pele
Segundo especialistas em estética, os tratamentos são adequados a cada tipo de pele -

Falta menos de um mês para terminar o inverno, mas os cuidados com a pele nessa estação não podem ficar esquecidos. De acordo com o dermatologista Wellington Vasques, da Onodera Estética Niterói, esse é o período ideal para quem deseja investir em tratamentos de pele, já que a exposição ao sol diminui, tornando mais fácil o cuidado com a derme após os procedimentos.

Entre os tratamentos está o peeling, que tem o principal objetivo de acelerar a renovação celular da pele, o que gera melhoria da textura e das manchas. Existem diferentes tipos de peelings, que vão ser escolhidos de acordo com o tipo de pele e a queixa do paciente.

Os mais usados são os de ácido retinóico, solução de jessner, ácido salicílico, ácido tricloroacético e de fenol.

O peeling de ácido retinóico (AR) promove a descamação da pele, melhorando sua textura. O peeling de Jessner tem ótima ação clareadora e associado ao AR é ótima opção no tratamento do melasma, por exemplo.

Já o peeling de ácido salicílico é preferido pelos pacientes com acne pela sua ação anti-inflamatória e comedolítica (ajuda a eliminar os cravos).

Ainda segundo o especialista, os mais utilizados nesta época do ano são os de CO2 e Erbium Yag. São lasers que geram sensação de queimação, deixando a pele avermelhada e sensível. O objetivo é atenuar rugas e cicatrizes, diminuir o tamanho dos poros e dar mais viço à pele. Segundo Vasques, por terem alta afinidade pela água, esses lasers levam ao ressecamento da pele, tendo como resultado a estimulação de colágeno e, consequentemente, diminuição da flacidez e melhora da qualidade da pele.

“O laser fracionado possui feixes separados em vários microfeixes de luz, como se fosse um chuveiro. Com isso, o laser atinge micropedaços da pele, deixando áreas de pele intacta entre as ilhotas de pele atingida. É essa pele que não foi afetada que vai facilitar a cicatrização das colunas de tecido atingidas pelo laser. As pequenas pontes de pele intacta permitem a reestruturação da epiderme (camada superficial da pele) de uma forma mais rápida e possibilitam ao paciente um retorno às suas atividades normais num tempo mais curto”, explicou.

Já a luz pulsada trata-se de uma “flash” de luz que atua em diferentes alvos, melhorando manchas, pequenos vasos superficiais, além de auxiliar na melhoria da textura da pele e estimulo de colágeno. Excelente opção para tratamento de rosácea e sardas.

Por último, o microagulhamento, que é um tratamento que vem ganhando cada vez mais destaque na prática dermatológica. Ele é indicado para rejuvenescimento, cicatrizes de acne e estrias. Tem indicação também para o melasma, porém sua ação ainda é pouco conhecida.

“O procedimento é feito com anestesia tópica e/ou infiltrativa. É aplicado sobre a pele um rolo com diversas microagulhas que podem variar entre 0,5 a 2,5 mm, conforme a indicação do tratamento. O dano traumático das microagulhas leva à proliferação de vasos e formação de novas fibras de colágeno e elastina, o que promove melhoria da qualidade da pele”, finalizou.

Matérias Relacionadas