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Audiência pública discute a falta de coleta seletiva de lixo no Estado

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 04 de junho de 2015 - 14:02

Minc tem dois projetos de lei para incentivar a coleta seletiva

Foto: Divulgação

Mesmo com a ainda deficiente rede de coleta seletiva de lixo para reciclagem no Estado do Rio de Janeiro, 32 dos 92 municípios fluminenses já contam com algum tipo de política que visa à implantação de coleta de resíduos recicláveis. Os dados foram apresentados em audiência pública, no início da semana, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), pela Comissão Especial pelo Cumprimento das Leis da Alerj (Comissão do Cumpra-se!), para pressionar as prefeituras para que contratem cooperativas de catadores, alavancando assim a coleta seletiva.

O presidente da Comissão do Cumpra-se!, deputado Carlos Minc, disse que é preciso conscientizar a população sobre a necessidade de um maior envolvimento com essa questão ambiental. “Nos últimos anos, avançou muito no estado a coleta e o tratamento de lixo em aterros sanitários. Mas pouco se avançou na coleta de recicláveis. É uma vergonha ter menos de 1% de média em coleta seletiva. O catador não é o problema, ele é a solução”, opinou.

Com o objetivo de incentivar o fortalecimento dos sistema de coleta seletiva no estado, dois projetos de lei, do deputado Carlos Minc, estão em tramitação na Alerj. O PL 2867/2014 tem por objetivo remunerar os catadores pela prestação de um serviço ambiental indispensável: a coleta dos recicláveis, possibilitando sua reintrodução na indústria como matéria-prima. Já o PL 2868/2014 institui o Programa Estadual de Incentivo à Criação e Fortalecimento de Cooperativas de Trabalho de Catadores de Material Reciclável.

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