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KTM Duke 200, uma moto com ‘tudo em cima’

relogio min de leitura | Redação 30 de novembro de 2015 - 19:13

ntegrante de entrada da família Duke, a 200 é uma opção singular de naked compacta. Com preço sugerido por R$ 15.990, a moto é um modelo tanto para motociclistas iniciantes, como para quem busca esportividade em porte compacto. Tirando detalhes como os adesivos 200, e o chassi e rodas pretas em vez de laranja, a versão menor é igual a sua irmã maior, a Duke 390 – lançada na Índia um ano depois, em 2013. Fabricada lá, a Duke é montada em Manaus pela Dafra, marca que também revende as KTM em parte de suas revendas.

Por emprestar sua estrutura para a 390, fica fácil entender porque sobra construção ciclística na Duke 200. Com 14 kg a menos, bastam algumas voltas para perceber que sistemas como freios, suspensão e até o chassi são superdimensionados. Apesar do motor de baixa cilindrada, ela logo revela um comportamento arisco: com refrigeração líquida, rende torque de 1,95 kgfm a 8.000 rpm e 26 cavalos a 10.000 rpm. É a mesma potência de um motor Honda 300 “a ar”, por exemplo; e mais do que uma 250 “comum”, em torno de 22 cv.

Aliada ao baixo peso de 129,5 kg (a seco), esta “cavalaria” garante disposição à pequena Duke. Característica que é otimizada pela caixa com seis marchas de relações curtas e com relações próximas entre si.

Tudo para aproveitar o desempenho do monocilindro de 199,5 cc. Com curso menor do que o diâmetro do pistão, além de cabeçote com duplo comando para as quatro válvulas, o “motorzinho” manteve a tradicional progressão de competição, que prioriza as altas rotações para render bem. Apesar disso, entrega boa força em baixos giros, porém é a partir das 6.000 rpm que começa a se animar, crescendo com saúde até as 10.500 rpm, rotação que é “brecada” pelo corte eletrônico da injeção.

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