30 de Julho de 2010
Com a instalação do Complexo Petroquímico (Comperj) em Itaboraí, a chegada de novas empresas e o crescimento de oportunidades, as cidades que estão no raio de influência do Comperj se preocupam com questões estruturais. O Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Região Leste Fluminense (Conleste), formado por 11 municípios da região - Tanguá, Itaboraí, São Gonçalo, Cachoeira de Macacu, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Magé, Maricá, Niterói, Rio Bonito e Silva Jardim - se apressa em obter recursos para investir na área da saúde, setor que deve ser priorizado, tendo em vista que a rede atual não está preparada para o crescimento populacional que está por vir.
"Estamos preocupados e correndo contra o tempo. Há dois anos fizemos um projeto amplo, com orçamento de R$ 82 milhões destinados à saúde, mas foi insuficiente", diz o presidente do Conleste e prefeito de Tanguá, Carlos Pereira.
A estratégia do Conleste é não concentrar futuras unidades de saúde em determinadas cidades. Pelo contrário. Independente do tamanho do município, o importante é que hospitais, pronto socorros e clínicas fiquem localizados em pontos estratégicos para que possam atender melhor e de maneira mais uniforme a população das 11 cidades.
"De concreto mesmo, só temos a manifestação do Governo do Estado em liberar cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Duas para São Gonçalo e outras três para Niterói, Rio Bonito e Itaboraí. Outra ideia nossa é distribuir três unidades de ressonância magnética em Niterói, Itaboraí e São Gonçalo", esclarece o diretor-geral do Conleste, Álvaro Adolpho.
O novo orçamento prevê que serão necessários aproximadamente R$ 110 milhões de investimento na saúde das 11 cidades do Conleste. Por enquanto, o Governo Federal não liberou qualquer verba, talvez em função da demora do próprio consórcio em redefinir o plano e os valores. "O prazo me preocupa. O Alexandre Padilha (ministro das Relações Institucionais) já me ligou a respeito e creio que já tivemos um avanço. Nossa meta é fortalecer o entorno dos municípios, por que assim todos saem ganhando", explica Carlos Pereira.
Expediente |
Anuncie Aqui |
Trabalhe Conosco |
Twitter |
Comunidade no Orkut |
RSS |
Fale Conosco
©Copyright O SÃO GONÇALO - Todos os direitos Reservados