28 de Julho de 2014

Polícia
Enviado por Celso Brito 19/3/2013 23:43:04

Bandidos presos com fuzil após fazerem taxista refém em Niterói


Um motorista de táxi foi sequestrado no Fonseca, ontem à tarde, por dois traficantes que fugiam de um cerco montado por policiais do 12ºBPM (Niterói) na favela Coronel Leôncio, na Engenhoca, em Niterói. Os acusados estavam armados com um fuzil 5,56 que tinha um carregador com 30 munições. Com eles foram encontrados uma touca ninja, pequena quantidade de drogas e um colete camuflado à prova de balas.

O táxi foi interceptado pelo PMs logo após deixar a favela, na esquina da Alameda São Boaventura com Avenida João Brasil. Um dos presos foi identificado como Bruno Moreira de Souza, 24, apontado como ‘gerente’ do tráfico na Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré, no Rio, onde foi instalada, recentemente, uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Bruno estava acompanhado de Alan Serra de Almeida, 20.

Cerco - Conforme os PMs, o cerco foi montado na Coronel Leôncio com objetivo de impedir o ‘estouro’ de uma possível ‘guerra’ entre traficantes rivais. De acordo com a polícia, traficantes da Coronel Leôncio, ligados à facção Terceiro Comando Puro (TCP), continuam tramando tomar os pontos de venda de drogas na comunidade vizinha, Nova Brasília.
“Eles tentam impedir um ‘plano de unificação’ de bandidos do Comando Vermelho (CV) para dominar as ‘bocas de fumo’ na Engenhoca, Fonseca e Barreto”, disse um policial.
Tráfico - Segundo a polícia, traficante identificado como Pokemon, que seria foragido da Vila dos Pinheiros, estaria ‘chefiando’ o tráfico na Coronel Leôncio. 
 
 ‘ATÉ ONTEM TRABALHAva EM OBRA’

“Estou há menos de um mês no tráfico. Entrei só para ajudar a minha mãe pagar o aluguel de casa, porque ela está desempregada”, disse Alan Serra, preso dentro do táxi, acompanhado do ‘gerente’ do tráfico, Bruno, que estava armado com o fuzil.

“Até ontem, o meu filho estava trabalhando em obra. Todo dia chegava em casa sujo do trabalho e eu tinha o maior orgulho”, disse, aos prantos, a empregada doméstica desempregada ao ver o filho chegar algemado na 78ªDP (Fonseca),

Alan admitiu que estava ‘traficando’ para aumentar a renda. Ele recebia do tráfico R$ 200 por semana, mas também trabalhava na obra. Pouco antes, ele também trabalhou em uma padaria, próximo da casa dele, na Coronel Leôncio.  
 
 





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