23 de Agosto de 2014

Polícia
Enviado por redação 19/4/2012 23:01:27

Jovens são acusados de estupro em Niterói

Dois jovens de classe média alta foram presos por policiais da 81ª DP (Itaipu), acusados de estuprar uma adolescente, de 14 anos, após embriagá-la, durante uma festa na casa da vítima, na Avenida Central, em Itaipu, na Região Oceânica de Niterói. 

O estudante de publicidade Pedro Henrique Amaral de Oliveira, 20, e o amigo dele, Allan Almeida Moreira, 21, tiveram a prisão temporária expedida pela Justiça. Pedro foi preso, dias após o crime, e Alan no última quarta-feira, em Piratininga. Caso condenados, a pena pode chegar até 15 anos de prisão.

De acordo com o delegado da 81ª DP (Itaipu), Gabriel Ferrando, a festa ocorreu, no último dia 25 de março. De acordo com a estudante, os pais dela estavam viajando e ela ficou na companhia de uma amiga, também menor de idade, que a convenceu a organizar a ‘festinha’ no imóvel.

Segundo a vítima, a festa transcorria, normalmente, até que por volta das 21h, amigos da outra adolescente chegaram com bebidas alcoólicas e drogas.

Bebida - Conforme relato à polícia, a estudante disse ter tomado quatro doses de vodka, e, como não tinha o hábito de beber, teria atingido rapidamente a inconsciência. Ela avisou aos amigos que iria dormir e foi seguida pelos acusados até o quarto, onde teria sido estuprada.

 

Rapazes foram encontrados nus e a vítima desacordada

Segundo o delegado Gabriel Ferrando, durante o suposto estupro, convidados da festa ouviram gritos e gemidos que vinham do quarto.
Assustados, alguns jovens arrombaram a porta e encontraram os três nus e a estudante desacordada sobre a cama. Os dois suspeitos fugiram.

“Dois dias após o crime, a adolescente procurou a delegacia e denunciou o fato. Encaminhamos a estudante para ser submetida à exame de corpo delito e foi comprovado que ela foi desvirginada por eles. Um dos suspeitos teria ejaculado durante a relação sexual e, por esse motivo, está fazendo uso de coquetéis anti-HIV”, explicou o delegado.

Família
- Conforme o delegado Gabriel Ferrando, testemunhas afirmam ter visto o lençol manchado de sangue. Abalada, a família da estudante preferiu não comentar o caso. Eles estudam a hipótese de sair da cidade, pois a menina, que é filha única, está em depressão.





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