01 de Novembro de 2014

Polícia
Enviado por Redação 29/10/2011 19:48:43

Mortes no Jardim Catarina

O pedreiro Alan Oliveira, 32 anos, foi assassinado na madrugada de ontem, dentro de sua casa, na Rua Aldeia de Matos, no Jardim Catarina, em São Gonçalo. O principal suspeito do crime é um amigo da vítima identificado como Nivaldo, que seria militar da Marinha.

De acordo com testemunhas, Nivaldo teria invadido a casa da vítima durante a madrugada e feito um disparo em direção a sua cabeça. Alan que não teve como reagir e morreu ainda no local.

Segundo parentes do pedreiro, há cerca de um mês, Alan havia se desentendido com Nivaldo. Na ocasião, os dois estavam em um bar, quando Alan saiu do estabelecimento para urinar, próximo a uma parede do local. O dono do estabelecimento acabou se desentendendo com Alan e o advertiu pela atitude. Nivaldo ficou a favor do comerciante e teria prometido que se vingaria do amigo.

De acordo com moradores do entorno, Nivaldo arrumava muita confusão na região e era temido por ter um comportamento bastante agressivo. O suspeito, que tem uma tatuagem com o desenho de um fuzil no braço direito, antes das ameaças, frequentava a casa de Alan e de seus parentes.

No dia do crime, Alan passou a tarde bebendo em casa com amigos e, quando todos os convidados saíram da residência, o suspeito acabou invadindo o imóvel e surpreendendo Alan. Depois de efetuar o disparo, o suspeito ainda foi em casa, pegou uma bolsa com roupas e fugiu. Temendo a fúria dos moradores, a mulher de Nivaldo abandonou o imóvel no início da manhã de ontem.

“Meu irmão era um homem trabalhador, não tinha inimigos todos gostavam dele e hoje está sem vida por uma discussão de bar”, disse o irmão da vítima, Vagner de Oliveira.

O caso será investigado pela Divisão de Homicídios da 74ª DP (Alcântara). O corpo do pedreiro foi sepultado na tarde de ontem, no cemitério São Miguel, na Estrela do Norte, em São Gonçalo.

Homem é executado em plena luz do dia

“Meu filho, Deus te perdoe. Eu te pedi tanto...”. Essas foram as palavras de uma mãe ao ver o filho morto em frente a sua casa, na Rua Sampaio Rodrigues (antiga 38), no Jardim Catarina, ontem à tarde.

Dayvidson Fernandes de Oliveira, 31 anos, foi assassinado com um tiro na cabeça, um no tórax e outro no braço esquerdo quando chegava em casa para almoçar, por volta das 15h. Vizinhos ouviram quatro disparos e, em seguida, um barulho de moto.

Abalados com o crime, familiares alegaram que Dayvidson era um bom rapaz e trabalhador. “Era uma boa pessoa, um rapaz trabalhador, mas começou a apresentar um comportamento agressivo nos últimos dias”, disse o tio da vítima, David Fernandes, 44 anos.

Dayvidson era casado, mas estava separado da mulher. Ele deixou um filho de cinco anos. A polícia investiga se o crime foi cometido por traficantes de drogas. O caso foi registrado na 74ª DP (Alcântara).

Bairro registra alto índice de HOMICÍDIOS

O assassinato do Dayvidson Fernandes é a quarta morte no bairro em apenas nove dias. Além do assassinato de Alan, na madrugada de ontem, no último dia 24, o feirante Marcos Peçanha Gomes da Costa, o Marquinhos, 30 anos, foi morto enquanto conversava com amigos, em um bar, na Rua Albino Imparato.

Já no último dia 20, o reencontro com amigos num bar acabou em tragédia para o pedreiro Daniel Silva Pereira, 30, na Rua dos Diamantes: ele foi assassinado quando bebia cerveja. Testemunhas disseram que o assassino estava sozinho e não se intimidou com o grande número de pessoas.

Os quatro crimes ainda estão sendo investigados pela polícia.

 





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