25 de Julho de 2014

Geral
Enviado por Sany Medeiros e Marcelo Almeida 29/4/2011 21:59:56

'Escoteiros’ da cidadania

Atividades agrícolas, domésticas, recreativas, habilidades manuais, ciência e saúde, estudos da natureza e orientação profissional e, principalmente, religiosa. A diversidade faz parte do Clube dos Desbravadores, um grupo religioso nos moldes dos escoteiros que tem, em São Gonçalo, 49 clubes administrados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, que abre as portas para toda comunidade, independente da orientação religiosa, classe social ou raça. O clube comemora seu dia mundial no próximo sábado.

O grupo é muito similar aos escoteiros. Crianças, a partir dos seis anos, podem participar das atividades que contam com acampamentos, caminhadas, escaladas, explorações nas matas e cavernas. As reuniões acontecem, em média, de uma a duas vezes por semana. O pastor Max Douglas Shuabb, diretor da Associação Rio Fluminense do Clube dos Desbravadores, explica que o currículo de um desbravador é dividido em classes progressivas de níveis de aprendizagem. Inicialmente, as crianças dos 6 aos 9 anos fazem parte do Clube dos Aventureiros. Depois, vem o Clube dos Desbravadores, dos 10 aos 15 anos. A partir dos 16 anos, o jovem faz parte do Clube de Líderes e passa a fazer parte da liderança do clube.
“Nos acampamentos, que chamamos de camporí, reunimos as crianças que acampam e montam quase que uma cidade interna. Cada clube é como se fosse uma cidade ou bairro e desenvolve várias atividades durante o dia. As crianças escolhem as especialidades e recebem um cartão com um cronograma de atividades que devem terminar para receber o certificado, chamado de trunfo”, explicou o pastor.

Mas nem tudo é brincadeira e diversão. Além dos afazeres de acampamento, eles têm obrigações bíblicas de decorarem passagens das escrituras para estudarem com os líderes do grupo. “Nós vimos que vários estudos mostram que, aos 12 anos, os adolescentes têm o primeiro contato com o álcool e, muitas vezes, com as drogas. Por isso, nesta idade, nós já começamos a dar palestras para que elas entendam que tipo de risco eles correm se optarem por experimentar o vício”, afirmou Max.

Ao entrar no clube, a criança recebe uma faixa onde se põe um distintivo que a identifica como membro daquele clube. A cada especialidade que ela aprende, é acrescentado em seu currículo uma nova medalha. “Nós trabalhamos sempre pensando em construir na criança um desenvolvimento integrando o ambiente familiar, da igreja e na escola. E como lidar com o próximo em todas as situações”, disse.





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