Pezão quer reforçar policiamento na Região Metropolitana do Rio

Governador afirmou que mais viaturas chegarão em julho

Enviado Direto da Redação
Pezão prometeu solicitar extensão da intervenção federal caso seja desejo de governador eleito

Pezão prometeu solicitar extensão da intervenção federal caso seja desejo de governador eleito

Foto: Divulgação

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, se comprometeu a fortalecer a segurança pública na Região Metropolitana do Rio. Durante o lançamento do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana, realizado na Sala Cecília Meireles, no centro da capital, Pezão anunciou que o governo vai aproveitar que algumas unidades de Policiamento Pacificadora (UPPs) foram desativadas na capital para fortalecer o policiamento na Região Metropolitana e, em particular, na Baixada Fluminense.

“Em julho estão chegando mais viaturas para a segurança pública do estado e vamos destinar a maioria para a Região Metropolitana, principalmente para a Baixada. Também irão unidades para São Gonçalo, Niterói, Maricá e para a Região Metropolitana como um todo”.

No evento, Pezão fez elogios à intervenção federal e garantiu que, caso o próximo governador eleito deseje a prorrogação da intervenção federal no Rio, ele fará a solicitação à União tão logo saia o resultado das urnas.

“Sou governador até a meia-noite do dia 31 de dezembro, mas se o vencedor das eleições quiser a prorrogação da intervenção federal, eu peço imediatamente logo depois do resultado das eleições”, acrescentando que projetou a permanência das Forças Armadas no Estado, no dia em que o presidente Michel Temer assinou a decisão.

Segundo Pezão, o estado vive as consequências do abandono, no passado, do trabalho da Polícia Rodoviária Federal no patrulhamento das Rodovias de acesso ao estado.

“A quantidade de armamento e munição que entrou devido à falta de fiscalização é expressiva. A Baía de Guanabara, por exemplo, é uma peneira. O tráfico se estabeleceu em Angra dos Reis e Paraty, que hoje são uma rota internacional. Patrulhar as estradas e baías não é atribuição da Polícia Militar”, destacou.

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