Polícia Federal tem novo diretor-geral

Rogério Galloro assume o comando no lugar de Segóvia

Enviado Direto da Redação
Rogério Galloro recebeu os cumprimentos de Raul Jungmann durante a cerimônia de posse

Rogério Galloro recebeu os cumprimentos de Raul Jungmann durante a cerimônia de posse

Foto: Divulgação

O novo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Rogério Galloro, disse, ontem, que a Operação Lava Jato continuará “forte”. Ao discursar durante a cerimônia de posse no cargo, ele destacou que sua gestão buscará valorizar servidores e vai aprofundar a integração de suas unidades. Galloro assume o comando da PF no lugar de Fernando Segóvia.


Galloro destacou que a equipe que atua na Lava Jato continuará “íntegra” e reafirmou o compromisso assumido pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, de reforçar o time. “As conquistas dos últimos anos são marcantes para a PF e indeléveis para a história da instituição. Essa responsabilidade só será respeitada com dedicação, fidelidade constitucional e coragem”, disse o novo diretor.


Futuro 


Para Galloro, o futuro da PF passa pela necessidade de valorizar servidores e contratados da instituição e de aprofundar a integração das unidades. “Essa é uma condição basilar. O crime não é mais forte do que o Estado brasileiro. Iniciei minha carreira em uma unidade descentralizada em São Paulo. Elas devem ser objeto de nossa dedicação, porque é lá que entendemos estar o desafio de ser da Polícia Federal”, ressaltou Galloro, após citar uma frase atribuída ao líder sul africano Nelson Mandella: “Coragem não é falta de medo, mas triunfo sobre ele”.


Em seu discurso, o ministro Raul Jungmann voltou a defender que, a exemplo das áreas de saúde e educação, a segurança tenha também uma previsão mínima no Orçamento.

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