Instrutor de arbitragem tem projeto para egressos do sistema penitenciário

Iniciativa precisa de patrocinadores para aquisição de materiais básicos

Enviado Direto da Redação
Glauco é diretor de Escola de Arbitragem de Futebol 7 do Rio e acredita na arbitragem com viés social

Glauco é diretor de Escola de Arbitragem de Futebol 7 do Rio e acredita na arbitragem com viés social

Foto: Divulgação

Por Rennan Rebello


Em tempo de disseminação de ódio nas redes sociais, o instrutor de arbitragem, Glauco Cruz, de 37 anos, teve uma ideia: a de ofertar cursos a pessoas que saíram do sistema prisional e que encontram dificuldades no mercado de trabalho.


“Comecei a perceber que a arbitragem, mesmo amadora, é uma boa forma de remunerar. Por proporcionar autonomia e a possibilidade de fazer seu próprio horário. Outra coisa que percebi foi que muitos dos árbitros que formo vão atuar em torneios em comunidades e certa vez, recebi uma solicitação para que um egresso fizesse meu curso. Mas ele acabou não fazendo. Mas a partir daí, surgiu a ideia de ajudar”, disse Glauco, que também é diretor da Escola de Arbitragem de Futebol 7 do Rio de Janeiro.


Embora já tenha o escopo da iniciativa, ainda há um entrave que atrasa o início da ação: a falta de patrocinadores. “Estamos buscando parceiros porque precisamos disponibilizar materiais básicos como camisas, relógio, short, meião, tênis, apitos, cartões e cadernos para anotações. Além disso, precisamos oferecer aos egressos lanche e recursos para pagar a passagem durante o curso”, explicou.


Para quem se interessou em ajudar Glauco em sua meta de ressocialização, basta entrar em contato, via Whatsapp: (21) 98207-2224, ou pela página do Facebook: @arbitragem.futebol7.rj.

Veja também